Vidas NEGRAS importam!
Vida é substantivo simples, no arquétipo sopro que lhe anima
E composto, da coletividade que a sustenta
Concreto, na materialidade do corpo que agoniza
Mas também abstrato, na inspiração da arte que lhe compõe e dessacraliza
É substantivo!
E isso posto, a que se fala, só pode ser sobre substantivo, porquanto não é sobre adjetivo!
Afinal, a vida não deveria ter que pedir adjetivos
Não deveríamos precisar falar em vidas negras ou brancas, apenas em vida, é verdade
Não deveríamos na utopia de nosso desejo, mas precisamos na crueza de nossa realidade
Diante de uma estética suasticamente anunciada
e do espectro virulento que surge arrombando a porta
Emerge uma esquizofrenia social e mental sem pedir licença
E o adjetivo, quem diria, revela um necessário combate à doença
De discurso do ódio que transforma o altruísmo em pleonasmo;
De visões negacionistas que transformam a legítima diferença em uma solidariedade organicamente mecanizada no preconceito forjado, disfarçado e estrutural
Por meio do rito sumário de um apelo
Então percebo, que mesmo com toda igualdade e isonomia, adjetivar é fundamental!
E o adjetivo negro jamais poderá deixar de sê-lo!
Vida é substantivo simples, no arquétipo sopro que lhe anima
E composto, da coletividade que a sustenta
Concreto, na materialidade do corpo que agoniza
Mas também abstrato, na inspiração da arte que lhe compõe e dessacraliza
É substantivo!
E isso posto, a que se fala, só pode ser sobre substantivo, porquanto não é sobre adjetivo!
Afinal, a vida não deveria ter que pedir adjetivos
Não deveríamos precisar falar em vidas negras ou brancas, apenas em vida, é verdade
Não deveríamos na utopia de nosso desejo, mas precisamos na crueza de nossa realidade
Diante de uma estética suasticamente anunciada
e do espectro virulento que surge arrombando a porta
Emerge uma esquizofrenia social e mental sem pedir licença
E o adjetivo, quem diria, revela um necessário combate à doença
De discurso do ódio que transforma o altruísmo em pleonasmo;
De visões negacionistas que transformam a legítima diferença em uma solidariedade organicamente mecanizada no preconceito forjado, disfarçado e estrutural
Por meio do rito sumário de um apelo
Então percebo, que mesmo com toda igualdade e isonomia, adjetivar é fundamental!
E o adjetivo negro jamais poderá deixar de sê-lo!
Comentários
Postar um comentário