Estética da omissão
Tropicália, cinema marginal...
Saudade da efervescência Cultural
Aquela que eu nunca vivi
Saudade! Do que eu nunca vivi....
Poderia explicar, mas não vejo vantagem
A estesia da sensação ultrapassa toda e qualquer linguagem...
Mas, há os que precisam! Anestesiados, não entendem a necessária redundância poética de um pleonasmo vicioso
Ou o encantamento laudatório de um momento ocioso
Nem a metáfora escolhida
Nem os livres versos de uma poesia adormecida
Se regozijam no gozo do mero entretenimento
Pensam que são autônomos, mas são autômatos
Homens de lata cansados no país da fábula e da imaginação
Enquanto fazem do cansaço um disfarce da inação.
Tropicália, cinema marginal...
Saudade da efervescência Cultural
Aquela que eu nunca vivi
Saudade! Do que eu nunca vivi....
Poderia explicar, mas não vejo vantagem
A estesia da sensação ultrapassa toda e qualquer linguagem...
Mas, há os que precisam! Anestesiados, não entendem a necessária redundância poética de um pleonasmo vicioso
Ou o encantamento laudatório de um momento ocioso
Nem a metáfora escolhida
Nem os livres versos de uma poesia adormecida
Se regozijam no gozo do mero entretenimento
Pensam que são autônomos, mas são autômatos
Homens de lata cansados no país da fábula e da imaginação
Enquanto fazem do cansaço um disfarce da inação.
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